7 mães Inesquecíveis da ficção

Preparamos uma lista com algumas mães da ficção que marcaram nossas vidas

Por Keli Ricarte - Em 06.05.2016


O Dia das Mães está chegando e nada mais justo que prestarmos nossa homenagem relembrando algumas mamães da ficção que se tornaram inesquecíveis e marcaram nossas vidas e, assim como na realidade, tem de todos os estilos.

1. Dona Florinda
Interpretada por Florinda Meza, a mãe de Kiko na série “Chaves” não leva na brincadeira quando o assunto é seu querido filho único. Defender com unhas e dentes seu “bebê” é uma obrigação para ela (seu Madruga que o diga), que não pensa duas vezes antes de ir pra cima de quem ameace seu filho.

2. Rochelle
Que “Todo Mundo Odeia o Chris” a gente já sabe, mas o que ninguém pode negar é que amamos a Rochelle. Com seu jeito extravagante, a personagem interpretada por Tichina Arnold, tem sua própria maneira de agir com seus filhos, e funciona.

3. Cersei Lannister
Há quem critique a personagem, interpretada por Lena Headey em Game of Thrones, mas ninguém pode colocar em questão o amor de Cersei por seus filhos. Um exemplo disso quando estava disposta a envenenar um deles para que não caísse em mãos inimigas.

4. Dona Nenê
Dona nenê é um exemplo claro de bela, recatada e do lar. Dona de casa exemplar, criou seus dois filhos e ajudou a criar os netos. Sua vida é sua família e faz bem o estilo mãezona.

5. Dona Hermínia
A personagem, interpretada pelo ator Paulo Gustavo, é a exemplificação clara de mães que criam seus filhos sozinhas e a eles entregam suas vidas. E apesar do pouco reconhecimento, dona Hermínia continuou a se dedicando em tempo integral a criação de Marcelina e Juliano.

6. Jay Kyle
Interpretada por Tisha Campbell Martin, a personagem de “Eu, a Patroa e as Crianças” alegrou as tardes de muita gente com seu jeito extrovertido. Mas sua marca registrada eram as “pegadinhas” que ela e seu marido, Michael Kyle, pregavam nos filhos a fim de ensinar-lhes uma lição.

7. Vivian Smith Banks
Conhecida também como “Tia Vivian”, a personagem da série “Um Maluco no Pedaço” é o exemplo de que para ser mãe não precisa ter concebido. Acolheu seu sobrinho Will e lhe deu o mesmo tratamento e educação seus três filhos receberam.

Apesar dos vários tipos de mãe, o sentimento é único e a sensação é a mesma: mãe é tudo igual e bem que poderiam ser eternas.
Parabéns a todas as mamães de sangue e coração e obrigada por todos os “Leva o casaco”, “Pegou o guarda chuva?” e “Eu avisei”.