Dia do Empreendedor: histórias para te inspirar

Precisa de inspiração para empreender? Saca só essas histórias de “gente como a gente” que foi lá e venceu.

Por Felipe Vinha - Em 05.10.2015


O Dia do Empreendedor é comemorado em 5 de outubro e você pode aproveitar para começar ainda hoje a empreender. Que tal abrir seu próprio negócio? Ou investir naquele sonho de ser o próprio chefe? Montar uma empresa pode não ser tarefa fácil, mas todo mundo começou de algum lugar.

Pensando nisso a Tagarela lista para você o depoimento de quatro empreendedores que começaram do zero e que hoje estão vivendo o sonho de manter o seu negócio ou investindo naquilo que acreditam. “Gente como a gente”, com a diferença de que eles deram o primeiro passo. Confira como foi:

Monique Corrêa, CEO da PetRoomie:

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“A questão é interessante, porque para mim a pergunta não faz sentido. Na verdade, a pergunta correta deveria ser feita a quem não empreende para saber por que não o fazem? Empreender é uma atitude, praticamente uma forma de se relacionar com o entorno, que pode acontecer em sua própria empresa ou em uma empresa onde esteja trabalhando.

A grande questão entre ser ou não empreendedor é ter essa vontade incessante de mudar o status quo e criar algo para solucionar um problema encontrado, ao invés de reclamar ou se acostumar com o que lhe é dado e seguir a rotina. Eu decidi empreender porque esse era o único caminho válido para seguir. Busquei o problema que me motivaria a perder muitas horas dedicadas a resolvê-lo por um valor inicial menor que o de mercado e sob muita tensão, mas que me proporcionaria a realização que eu queria. O resto é foco, suor, diversão e muito aprendizado. Caso sua essência seja empreendedora, se prepare, porque vicia. :)”

Nathalia Göpfert, dona da Groeländia Gelados:

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“Eu decidi empreender pois acredito que empreender me faz e sempre me fará feliz! Mas porque me faz feliz? Não sei dar uma razão única para isso, o que posso dizer é que adoro estar envolvida em processos dos mais diversos possíveis dentro de uma empresa.

Na minha empresa eu me envolvo em tudo; tem dias que passo exclusivamente na produção dos sorvetes, criando novos sabores; em outros dias a empolgação do contato com o cliente é o que me motiva; há aqueles momentos que adoro focar nas planilhas, na área administrativa, em fazer fluxogramas, em conversar com os funcionários para saber o que podemos melhorar para nós e para a experiência do cliente ser única aqui na loja; tem dias que gosto de ir às compras de coisas para a loja; há dias que me empolgo com idéias sobre marketing, redes sociais etc; posso até dizer que ás vezes ir ao banco pagar contas também é satisfatório.

Enfim, o “poder” jogar as 11 (posições) que é, na verdade, um dever do empreendedor iniciante é o que me faz feliz, é que me faz eu me sentir sempre disposta apesar do cansaço físico que bate muitas vezes.”

Gustavo Mota, CEO do We Do Logos:

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“Nunca tive carteira assinada. Empreender sempre foi minha primeira opção. Acredito que desde mais jovem, sempre busquei fazer algo que pudesse ter um impacto grande na vida das pessoas. Quando pequeno, me espelhava muito em pais de amigos que eram empresários e eu achava aquele universo muito estimulante. Após mais de uma década empreendendo, tenho certeza que segui o caminho certo!”

Luiz Felipe Costa, co-fundador do Billy The Grill, juntamente com irmão Luiz Sérgio:

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“Empreender sempre foi um desejo meu e do meu irmão. A ansiedade nesse sentido nos fez investir em uma franquia paulista de fast food sem fazer pesquisa de mercado ou conversar com outros franqueados, e tivemos que arcar com um prejuízo de quase R$ 1 milhão. Mas, em 2010, com todo o aparato necessário e após fazer cursos de gestão, abrimos o Billy The Grill e levamos o sonho a outro patamar. Deixamos de ser franqueados para ser franqueadores e já estamos expandindo nossa segunda rede: o Vizinhando – Espeteria de Bairro.”